Tráfico de Escravos no Brasil
< Voltar para DossiêsIntrodução (2026)
O Projeto Tráfico de Escravos e Escravidão, iniciado pela UNESCO em 1999 no âmbito do Programa Memória do Mundo, possibilitou a identificação de fontes documentais sobre a o tema sob custódia de diferentes instituições em todo o mundo.
Os resultados da investigação foram inicialmente disponibilizados para consulta em um CD-ROM – numa época em que a disseminação deste tipo de conteúdo através da internet ainda era incipiente.
Posteriormente, com a criação da BNDigital, as fontes selecionadas e digitalizadas foram incorporadas ao seu catálogo digital e os conteúdos textuais foram migrados do CD-ROM para um site próprio. Este recurso ainda está disponível para consulta, com o objetivo de registro memorial. Em 2012, com o lançamento do novo portal da BNDigital o conteúdo do site foi migrado para este dossiê temático.
Por ocasião do lançamento do Dossiê Comunidades Quilombolas em 2023, a equipe de pesquisa da BND iniciou uma consulta ao acervo do Tráfico de Escravos, identificando uma série de links corrompidos, o que demandou um novo tratamento desse acervo digital. Foi então que o referido corpus documental foi selecionado para o projeto piloto para implementação do International Image Interoperability Framework (IIIF), (Padrão Internacional para Interoperabilidade de Imagens). O IIIF é um conjunto de padrões e ferramentas criados para facilitar a publicação e a interoperabilidade de imagens na internet desenvolvido por um consórcio internacional de instituições que inclui a British Library e as universidades de Stanford e Oxford. Além de aprimorar a experiência do usuário e do pesquisador na visualização das imagens, apresenta-se uma melhor alternativa para preservar esse patrimônio digital.
Paralelamente, no que tange aos conteúdos das obras desse rico acervo, algumas terminologias foram caindo em desuso. É o caso do termo escravo que é encontrado em toda a documentação. O uso do termo escravizado, no lugar de escravo, descreve a condição que foi imposta e não é inata.
Vale ressaltar que não houve mudança na escolha dos documentos, apenas uma atualização na tecnologia de visualização das imagens utilizadas na época.
Dessa forma, guardada a historicidade dos termos presente nos documentos, a terminologia da Biblioteca Nacional foi atualizada, incluindo o termo Pessoa Escravizada na tabela em junho de 2024, além disso, nas fichas catalográficas em que essa mudança se concretizou, foi inserida uma nota no campo 500, justificando a alteração.

Essa mudança não interfere em questões de recuperação visto que todo termo alterado tem suas remissivas.
Registro de autoridade de Pessoa escravizada.
Os resultados da investigação foram inicialmente disponibilizados para consulta em um CD-ROM – numa época em que a disseminação deste tipo de conteúdo através da internet ainda era incipiente.
Posteriormente, com a criação da BNDigital, as fontes selecionadas e digitalizadas foram incorporadas ao seu catálogo digital e os conteúdos textuais foram migrados do CD-ROM para um site próprio. Este recurso ainda está disponível para consulta, com o objetivo de registro memorial. Em 2012, com o lançamento do novo portal da BNDigital o conteúdo do site foi migrado para este dossiê temático.
Por ocasião do lançamento do Dossiê Comunidades Quilombolas em 2023, a equipe de pesquisa da BND iniciou uma consulta ao acervo do Tráfico de Escravos, identificando uma série de links corrompidos, o que demandou um novo tratamento desse acervo digital. Foi então que o referido corpus documental foi selecionado para o projeto piloto para implementação do International Image Interoperability Framework (IIIF), (Padrão Internacional para Interoperabilidade de Imagens). O IIIF é um conjunto de padrões e ferramentas criados para facilitar a publicação e a interoperabilidade de imagens na internet desenvolvido por um consórcio internacional de instituições que inclui a British Library e as universidades de Stanford e Oxford. Além de aprimorar a experiência do usuário e do pesquisador na visualização das imagens, apresenta-se uma melhor alternativa para preservar esse patrimônio digital.
Paralelamente, no que tange aos conteúdos das obras desse rico acervo, algumas terminologias foram caindo em desuso. É o caso do termo escravo que é encontrado em toda a documentação. O uso do termo escravizado, no lugar de escravo, descreve a condição que foi imposta e não é inata.
Vale ressaltar que não houve mudança na escolha dos documentos, apenas uma atualização na tecnologia de visualização das imagens utilizadas na época.
Dessa forma, guardada a historicidade dos termos presente nos documentos, a terminologia da Biblioteca Nacional foi atualizada, incluindo o termo Pessoa Escravizada na tabela em junho de 2024, além disso, nas fichas catalográficas em que essa mudança se concretizou, foi inserida uma nota no campo 500, justificando a alteração.

Essa mudança não interfere em questões de recuperação visto que todo termo alterado tem suas remissivas.
Registro de autoridade de Pessoa escravizada.