Principais Obras
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[Periódico] Jornal do Commercio. Edição de 1…
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[Iconográfico] Álbum do Rio de Janeiro Moderno.
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[Iconográfico] Glória. Álbum do Rio de Janeiro …
Principais Obras
Galeria dos Brasileiros Ilustres
Em gratidão pela generosa hospitalidade que encontrou no seio do Império do Brasil, Sisson tomou "sobre os ombros", a difícil e trabalhosa tarefa de editar a obra Galeria dos Brasileiros Ilustres (Os Contemporâneos) por considerar de imensa importância o registro biográfico visual e textual dos membros mais distintos do país que, por seus grandes feitos, contribuíram para o progresso moral e material desta nação.
A Galeria de Sisson é uma obra de dois volumes em formato in folio, a qual apresenta 90 retratos das principais figuras (a partir da época da independência do Brasil) que deixaram notáveis vestígios da passagem neste país. Tais retratos, lindamente litografados pelo artista a partir de óleos, desenhos e fotografias, são acompanhados pelas assinaturas e biografias de cada pessoa retratada.
Os textos biográficos seriam todos escritos por José de Alencar; no entanto, tal execução não se sucedeu. A obra acabou por contar com as mãos não só desse ilustre escritor, mas também de outros, sendo alguns deles: Bezerra de Menezes, Araújo Porto Alegre, Barão de Mauá e Antônio Ferreira Viana.
Com o intuito de facilitar a aquisição da obra, Sisson lançou-a em fascículos, cada um deles com três retratos e suas respectivas biografias. O primeiro data de 14 de setembro de 1857, apresentando Marques de Paraná, Eusébio de Queiroz e Barão de Mauá.
Em 1859 Sisson concluiu o primeiro volume, contendo 45 retratos e biografias. Dois anos depois, em 1861, o último fascículo foi publicado, finalizando esse grande projeto editorial que, inicialmente, concluir-se-ia em três volumes, porém, pelos desafios enfrentados ao longo do percurso, foi finalizado em dois.
Foram quatro anos de dedicação e perseverança de Sisson a fim de concluir a sua obra. Graças a sua resiliência, temos aqui, aos nossos olhos, esta belíssima obra, que, por sua importância histórica, foi reeditada duas vezes: em 1948, pela Livraria Martins Editora, e em 1999, pelo Senado Federal, como parte da coleção Brasil 500 Anos.
Como cita Borba de Morais na nota publicada na segunda edição: “A Galeria de Sisson está entre as quatro obras consideradas fundamentais da iconografia brasileira do século XIX. Enquanto as de Debret, Rugendas e Ribeyrolles tratam dos usos, costumes e paisagens do Brasil, a de Sisson trata do estudo dos homens, fornecendo, através de suas biografias e retratos, um espelho fiel de suas personalidades e da época em que viveram”.
Álbum do Rio de Janeiro Moderno
O Álbum de Sisson, lindamente apresentado com uma folha de rosto adornada com moldura florida e tipografia refinada, é composto de doze gravuras coloridas no formato oval que datam de aproximadamente 1860. Uma das obras mais raras entre as coleções de gravuras sobre o Rio de Janeiro, o Álbum do Rio de Janeiro Moderno foi doado por Sisson à Biblioteca Nacional em 1880.
Em gratidão pela generosa hospitalidade que encontrou no seio do Império do Brasil, Sisson tomou "sobre os ombros", a difícil e trabalhosa tarefa de editar a obra Galeria dos Brasileiros Ilustres (Os Contemporâneos) por considerar de imensa importância o registro biográfico visual e textual dos membros mais distintos do país que, por seus grandes feitos, contribuíram para o progresso moral e material desta nação.
A Galeria de Sisson é uma obra de dois volumes em formato in folio, a qual apresenta 90 retratos das principais figuras (a partir da época da independência do Brasil) que deixaram notáveis vestígios da passagem neste país. Tais retratos, lindamente litografados pelo artista a partir de óleos, desenhos e fotografias, são acompanhados pelas assinaturas e biografias de cada pessoa retratada.
Os textos biográficos seriam todos escritos por José de Alencar; no entanto, tal execução não se sucedeu. A obra acabou por contar com as mãos não só desse ilustre escritor, mas também de outros, sendo alguns deles: Bezerra de Menezes, Araújo Porto Alegre, Barão de Mauá e Antônio Ferreira Viana.
Com o intuito de facilitar a aquisição da obra, Sisson lançou-a em fascículos, cada um deles com três retratos e suas respectivas biografias. O primeiro data de 14 de setembro de 1857, apresentando Marques de Paraná, Eusébio de Queiroz e Barão de Mauá.
Em 1859 Sisson concluiu o primeiro volume, contendo 45 retratos e biografias. Dois anos depois, em 1861, o último fascículo foi publicado, finalizando esse grande projeto editorial que, inicialmente, concluir-se-ia em três volumes, porém, pelos desafios enfrentados ao longo do percurso, foi finalizado em dois.
Foram quatro anos de dedicação e perseverança de Sisson a fim de concluir a sua obra. Graças a sua resiliência, temos aqui, aos nossos olhos, esta belíssima obra, que, por sua importância histórica, foi reeditada duas vezes: em 1948, pela Livraria Martins Editora, e em 1999, pelo Senado Federal, como parte da coleção Brasil 500 Anos.
Como cita Borba de Morais na nota publicada na segunda edição: “A Galeria de Sisson está entre as quatro obras consideradas fundamentais da iconografia brasileira do século XIX. Enquanto as de Debret, Rugendas e Ribeyrolles tratam dos usos, costumes e paisagens do Brasil, a de Sisson trata do estudo dos homens, fornecendo, através de suas biografias e retratos, um espelho fiel de suas personalidades e da época em que viveram”.
Álbum do Rio de Janeiro Moderno
O Álbum de Sisson, lindamente apresentado com uma folha de rosto adornada com moldura florida e tipografia refinada, é composto de doze gravuras coloridas no formato oval que datam de aproximadamente 1860. Uma das obras mais raras entre as coleções de gravuras sobre o Rio de Janeiro, o Álbum do Rio de Janeiro Moderno foi doado por Sisson à Biblioteca Nacional em 1880.