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UMA PARCERIA VOLTADA PARA O FUTURO
A Embaixada da Áustria no Brasil tem a honra de trazer a exposição Stefan Zweig, autor universal para a Fundação Biblioteca Nacional do Brasil. A mostra, que faz jus ao seu título e à paixão de Stefan Zweig por viagens, já percorreu milhares de quilômetros entre Viena e Salzburgo, na Áustria, Espanha e Argentina, a Casa Stefan Zweig em Petrópolis e agora o Rio de Janeiro, de onde continuará a itinerância para outros países.
Ao lado da Imperatriz Dona Leopoldina, uma cientista hoje conhecida como a primeira feminista do Brasil, além de grandes artistas e cientistas, naturalistas e esportistas, Zweig é um dos austríacos mais lembrados no Brasil. Desde sua primeira viagem ao Rio de Janeiro, em agosto de 1936, o seu nome está irrevogavelmente ligado ao país.
Esta exposição é única, pois reúne pela primeira vez os arquivos austríacos e brasileiros, criando uma parceria maravilhosa e voltada para o futuro entre as Bibliotecas Nacionais da Áustria e do Brasil.
Que as belas páginas literárias de Stefan Zweig e seus ideais humanistas e pacifistas continuem a inspirar jovens em todo o mundo e a lembrar a geração mais jovem que o Brasil foi um país de refúgio para muita gente que escapou dos horrores do século XX europeu.
ZWEIG, LEITURA NECESSÁRIA
Num mundo em que 120 milhões de refugiados se deslocam em busca de uma vida digna e às vésperas de se completarem 80 anos do fim da Segunda Guerra Mundial, ler Stefan Zweig é cada vez mais necessário. Inaugurado em 2012 na última morada do escritor austríaco que se exilou em Petrópolis, o museu Casa Stefan Zweig é também um Memorial do Exílio, para lembrar as novas gerações do vasto legado deixado no Brasil por milhares de refugiados dos regimes fascistas na Europa na primeira metade do século XX. A Casa Stefan Zweig realiza o sonho de seu fundador, o jornalista Alberto Dines, disseminando a obra e os ideais pacifistas e humanistas de Zweig em exposições e eventos culturais, acolhendo visitas escolares, produzindo livros e filmes e fomentando a pesquisa.
A Embaixada da Áustria no Brasil tem a honra de trazer a exposição Stefan Zweig, autor universal para a Fundação Biblioteca Nacional do Brasil. A mostra, que faz jus ao seu título e à paixão de Stefan Zweig por viagens, já percorreu milhares de quilômetros entre Viena e Salzburgo, na Áustria, Espanha e Argentina, a Casa Stefan Zweig em Petrópolis e agora o Rio de Janeiro, de onde continuará a itinerância para outros países.
Ao lado da Imperatriz Dona Leopoldina, uma cientista hoje conhecida como a primeira feminista do Brasil, além de grandes artistas e cientistas, naturalistas e esportistas, Zweig é um dos austríacos mais lembrados no Brasil. Desde sua primeira viagem ao Rio de Janeiro, em agosto de 1936, o seu nome está irrevogavelmente ligado ao país.
Esta exposição é única, pois reúne pela primeira vez os arquivos austríacos e brasileiros, criando uma parceria maravilhosa e voltada para o futuro entre as Bibliotecas Nacionais da Áustria e do Brasil.
Que as belas páginas literárias de Stefan Zweig e seus ideais humanistas e pacifistas continuem a inspirar jovens em todo o mundo e a lembrar a geração mais jovem que o Brasil foi um país de refúgio para muita gente que escapou dos horrores do século XX europeu.
Dr. Stefan Scholz, Embaixador da Áustria no Brasil
ZWEIG, LEITURA NECESSÁRIA
Num mundo em que 120 milhões de refugiados se deslocam em busca de uma vida digna e às vésperas de se completarem 80 anos do fim da Segunda Guerra Mundial, ler Stefan Zweig é cada vez mais necessário. Inaugurado em 2012 na última morada do escritor austríaco que se exilou em Petrópolis, o museu Casa Stefan Zweig é também um Memorial do Exílio, para lembrar as novas gerações do vasto legado deixado no Brasil por milhares de refugiados dos regimes fascistas na Europa na primeira metade do século XX. A Casa Stefan Zweig realiza o sonho de seu fundador, o jornalista Alberto Dines, disseminando a obra e os ideais pacifistas e humanistas de Zweig em exposições e eventos culturais, acolhendo visitas escolares, produzindo livros e filmes e fomentando a pesquisa.
Casa Stefan Zweig, Petrópolis