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História da Ciência no Brasil

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O papel da Medicina e da Engenharia nas transformações urbanas do Rio de Janeiro no início do século XX

por Suelem Demuner/Arquivo Nacional

sudemuner@gmail.com


Durante o período da Primeira República (1889-1930), o Rio de Janeiro assistiu a muitas intervenções em seu espaço urbano. Algumas delas, como o alargamento de ruas e o combate às habitações populares, foram atribuídas pelo poder público a necessidades sanitárias. A então capital da República era marcada pela presença constante de casos de febre amarela, além de outras doenças como a tuberculose, a varíola e a peste bubônica.

Um dos objetivos das reformas urbanas do início do século XX era atrair investimento e mão-de-obra estrangeira. Tal objetivo se delineava no contexto de implantação de uma dita “civilização” europeia em seu território, através da importação de costumes e do embranquecimento da população. Estas visões de mundo, fortemente amparadas na ciência da época, refletiam um pensamento racista que via o negro e o mestiço como seres inferiores e inclinados à desordem. Portanto, o poder público preferia atrair imigrantes a investir na educação e na profissionalização da população. A febre amarela, entretanto, era um dos maiores desafios para a mudança de imagem que o poder público se propunha a promover para a cidade, pois era considerada a doença que mais atingia os imigrantes.

O estigma de cidade insalubre começava a surgir ainda no século XIX. Com ruas estreitas e um adensamento cada vez maior da população em um espaço geográfico ainda limitado por morros e pântanos, começaram a se multiplicar na área central da cidade as habitações coletivas, conhecidas como cortiços, que logo seriam associadas às epidemias, em um discurso que ganharia cada vez mais força com a emergência dos médicos higienistas. Os discursos das autoridades sanitárias e da imprensa relacionavam a disseminação da febre amarela às condições insalubres dessas habitações. Com o passar dos anos a situação só se agravava, e a relação entre a febre amarela e a reputação da cidade passou a preocupar cada vez mais as autoridades. Estas tinham a imprensa como um porta-voz, que refletia em seus discursos tal preocupação. Um exemplo foi a publicação no jornal Gazeta de Notícias, em 10 de março de 1876, que mostra que o cortiço já era visto como um espaço de contágio e, consequentemente, um entrave à atração de imigrantes:
Mandarão dizer que a febre amarela tornou-se endêmica nesta capital; que além dessa há no verão outras febres de mau caráter; que tem sido apontadas ao governo algumas causas produtoras dessas moléstias (…); que os emigrados, uns por espírito de economia, outros por falta de recursos, moram amontoados em uns covis a que aquilo se dá o nome de cortiços. Segue a descrição do que é cortiço. Imagine a sociedade um quarto, sem soalho e só coberto de telha (…), sobre o chão úmido, no espaço de três, quatro indivíduos, às vezes uma família inteira (…). Essa gente deitou-se sem banho porque a água escasseia; comeu durante o dia uns gêneros deteriorados (…). Mas o quarto não é isolado; há cinquenta, cem outros em roda; no centro um pátio, onde se despeja a água servida, que não tem escoamento; sobre as poças esverdeadas que ela forma, dardeja o sol os seus raios que fazem subir miasmas que empestam tudo; as crianças definham (…), a tísica mata-as quase todas nas fachas; os homens que resistem à consumpção durante o inverno, sucumbem à febre no verão. (…) É isto pouco mais ou menos o que os correspondentes da Sociedade hão de mandar dizer para a Itália; é isto o que dentro em pouco todos os governos da Europa hão de saber e mandar repetir pelas mil bocas da imprensa por todas as cidades, por todas as vilas, por todas as aldeias de seus países; e quando o nosso governo mandar pedir colonos, eles hão de perguntar-lhe se já fizemos alguma coisa a bem de sua vida, se já conseguimos tornar a cidade do Rio de Janeiro habitável, porque é desenganar-se, enquanto a capital conservar esta fama de insalubre, o Brasil não terá povoadores.(Gazeta de Notícias,1876)

 Na segunda metade do século XIX, especialmente a partir de 1880, já circulavam na imprensa ideias que exaltavam a modernização, presentes em várias partes do mundo (sobretudo na Europa) e almejadas pelas elites brasileiras, que criticavam um suposto atraso colonial. Em 1889 foi proclamada a República e, apesar de seus conturbados anos iniciais, em 1902 começam a se delinear as condições políticas e econômicas para a realização de transformações mais profundas na capital. A questão sanitária continuava sendo uma das principais pautas para tal mudança. Os pronunciamentos oficiais do então presidente Rodrigues Alves (1902-1906) a colocavam como uma prioridade para a atração de imigrantes e o desenvolvimento do país. Jornais e revistas ilustradas enalteciam as reformas e enfatizavam a importância do saneamento da capital, como demonstra o artigo publicado do jornal Gazeta de Notícias em 03 de janeiro de 1904:
(...) Só um problema, um só, tem que ser resolvido para tua glória e prosperidade: o de teu saneamento. Pouco importa que sofra um pouco o teu comércio, que sofra um pouco a tua indústria, e que cada um de teus filhos, ricos ou pobres, tenha também um pouco de sofrimento passageiro: no dia em que não tiveres peste nem febre amarela, tendo ao contrário, ar puro, ruas largas, belas construções, porto decente, nesse dia, a tua riqueza será tão grande, que pagará com juros tresdobrados os sacrifícios feitos! (…) (Gazeta de Notícias, 1904)

Tal posicionamento mostra que além da ênfase dada ao saneamento para a sua transformação efetiva, tudo se justificava em nome de sua remodelação, chamada de “melhoramentos” por parte da imprensa, expressão utilizada para promover uma dicotomia entre o velho e o novo e cuja conotação era a de salvar, recuperar a cidade de um aspecto degradante, velho e atrasado. No entanto, tais melhoramentos foram limitados e inseridos dos anseios de uma minoria. Mas, no fim das contas, os maiores prejudicados foram as classes mais pobres, que não usufruíram dos benefícios das reformas e ainda precisaram rever seus costumes, forçados a se deslocar para outras regiões ou sendo impedidos de exercer o seu trabalho nas remodeladas ruas do Centro da cidade. Segundo parte da imprensa, as mazelas do Rio de Janeiro passariam a ser coisa do passado. Não faltaram comparações do Rio de antes e depois, a fim de legitimar os “melhoramentos” em prol da cidade e, consequentemente, da nação. Os jornais mostravam que a cidade condenada ao fracasso fora salva pela República e seus representantes, cujo maior nome era o engenheiro e prefeito da cidade Francisco Pereira Passos, e que a partir daquele momento, representaria um novo Brasil, conforme mostra o jornal capixaba Diário da Manhã em 24 de abril de 1911:
O Rio de Janeiro, uma das mais belas e pitorescas cidades do mundo, até bem pouco tempo era uma cidade quase inabitável, não era simplesmente a capital do Brasil; era-o também da febre amarela. (...)

Surgiu o abençoado governo de Rodrigues Alves; surgiram um Pereira Passos e um Oswaldo Cruz… E aos gritos e protestos da rotina se foram introduzindo melhoramentos; abatendo os velhos prédios, guardiãs de quanta moléstia havia;

E eis que, qual numa história de fadas, de um momento para outro, o Rio de Janeiro ergueu-se altivo e coroado com os louros de cidade moderna e de cidade em que se pode viver, sem receio de epidemias: a Capital Federal é hoje, uma cidade salubre (Diário da Manhã,1911).

O agente “civilizador” era representado pelo médico e pelo engenheiro. O discurso médico higienista, que se destacou na segunda metade do século XIX, ainda mostrava autoridade, enquanto a engenharia também se apoiava no conhecimento técnico-científico para a idealização e realização de seus projetos. Ambos, médicos e engenheiros, assumiram um papel fundamental na remodelação da capital, buscando modificar sua imagem negativa enquanto uma cidade insalubre, conhecida como “túmulo dos estrangeiros”.



FIGURA 51: Prefeito Francisco Pereira Passos (1836-1913) - Revista Kosmos, fevereiro de 1905. Biblioteca Nacional.

A EMERGÊNCIA DA ENGENHARIA

Diante do agravamento dos problemas sanitários, foi criada, em 1874, a Comissão de Melhoramentos da Cidade do Rio de Janeiro, para tratar de questões de saneamento, circulação e expansão da cidade, através da abertura de novas artérias, desafogando a região central. A Comissão emitiu dois relatórios, em 1875 e em 1876. Considerados utópicos, os planos não se concretizaram. Entretanto, a Comissão de Melhoramentos representou um avanço na abordagem dos problemas da cidade, que foram debatidos de forma oficial e com embasamento técnico. A discussão apontava para a emergência de um novo grupo de profissionais: os engenheiros.



FIGURA 52: 1° relatório da Comissão de Melhoramentos da cidade do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, RJ: Typographia Nacional, 1875. Biblioteca Nacional.

 

FIGURA 53: 2° relatório da Comissão de Melhoramentos da cidade do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, RJ: Typographia Nacional, 1876. Biblioteca Nacional.

A engenharia esteve estreitamente ligada aos grupos sociais dominantes no final do século XIX, ainda no Império. No contexto dos debates relativos à infraestrutura do Rio de Janeiro e aos novos ideais de progresso material, foi fundado, em 1880, o Clube de Engenharia, que exerceria grande influência na sociedade. A engenharia então, assumiria a demanda do setor público por obras, tendo em vista essa necessidade na capital. O Estado era, portanto, o principal campo de atuação profissional desses engenheiros, em serviços como ferrovias, portos, distribuição de água e saneamento. E eles não só mantiveram como ampliaram sua esfera de influência, assumindo uma grande presença dentro dos ideais do progresso que se instauraram na Primeira República, representando o conhecimento positivo em destaque na época e o “poder transformador” da sociedade.



FIGURA 54: Avenida Central, trecho do Clube de Engenharia. Fotografias ruas, prédios e monumentos da cidade do Rio de Janeiro, RJ, 1906. Arquivo Nacional.



FIGURA 55: O texto referente à charge da revista Tagarela mostra a relação que se fazia entre o progresso da capital e a Avenida Central, símbolo maior das reformas urbanas do Rio de Janeiro no início do século XX. Revista Tagarela, 10 de março de 1904. Biblioteca Nacional.



FIGURA 56: Obras da Avenida Central - Revista Kosmos, setembro de 1904. Biblioteca Nacional.

 

FIGURA 57: Corte do Morro do Castelo para construção da Avenida Central - Revista Kosmos. Biblioteca Nacional

 

FIGURA 58: Avenida Central, maior símbolo das reformas urbanas ocorridas na cidade do Rio de Janeiro no início do século XX - Revista Kosmos, novembro de 1905. Biblioteca Nacional.

O PAPEL DA MEDICINA NO CONTROLE DA FEBRE AMARELA

 Enquanto o prestígio da engenharia despontava no cenário da capital, a medicina também avançava em seus estudos sobre a febre amarela, buscando respostas para sua causa e sua profilaxia. Na segunda metade do século XIX, havia uma forte tendência à associação das doenças com a má circulação do ar, a umidade e o calor. Essa teoria, conhecida como teoria dos miasmas, prevaleceu durante muito tempo. No Rio de Janeiro, ruas estreitas, cortiços, pântanos, morros, entre outros fatores, eram considerados um perigo à saúde pública, por impedirem a circulação do ar. As reivindicações de transformações sanitárias na cidade, ainda na década de 1870, foram fundamentadas na higiene dos miasmas.



FIGURA 59: Matéria publicada no jornal Gazeta de Notícias em 25 de janeiro de 1876, mostrando a presença da teoria dos miasmas na sociedade da época. Biblioteca Nacional.

A ciência e seus métodos de pesquisa possibilitaram estudos cada vez mais precisos sobre a febre amarela. Além da teoria dos miasmas, que via o ar como o agente causador da moléstia, foram feitos diversos estudos e desenvolvidas várias teorias até se chegar à conclusão de que o agente transmissor da doença era o mosquito Aedes Aegypt. O médico Domingos José Freire foi um dos pesquisadores que se destacaram nesse processo, pois desenvolveu uma vacina contra a doença em 1883, no mesmo ano em que se tornou presidente da Junta Central de Higiene Pública. A população em geral recebeu bem a novidade e 12.329 imigrantes e nativos do Rio de Janeiro e de outras cidades foram vacinados entre 1883 e 1894 (BENCHIMOL, 2000. p. 2069). No entanto, a teoria e a vacina de Domingos José Freire não proporcionaram a eficácia esperada e outros cientistas continuaram realizando pesquisas quanto ao diagnóstico, profilaxia e tratamento da febre amarela.

Entre 1880 e 1881, inspirado pelas recentes descobertas de Ronald Ross a respeito da transmissão da malária, o cubano Carlos Juan Finlay lançou a hipótese da febre amarela também ter um mosquito como vetor, confirmada pela equipe americana chefiada por Walter Reed em 1900. Esses estudos, iniciados em Cuba e desenvolvidos pela equipe americana, representaram um enorme avanço quanto à etiologia da febre amarela. Excluiu-se a possibilidade da transmissão pelo ar, tornando cada vez mais forte a tese da transmissão da doença pelo mosquito.

Nos anos seguintes, iniciou-se a campanha de combate ao inseto transmissor no Brasil.



FIGURA 60: O texto intitulado “culicídio” faz referência ao combate ao mosquito, identificado como o transmissor da febre amarela, graças à descoberta do cientista cubana Carlos Juan Finley - Revista Tagarela, 30 de abril de 1903. Biblioteca Nacional.

A campanha foi possível porque, em 1900, havia sido criado no Rio de Janeiro, no bairro de Manguinhos, o Instituto Soroterápico Federal, sob a direção do médico sanitarista Oswaldo Cruz. Em 1903, já no governo de Rodrigues Alves, o médico, então diretor-geral de Saúde Pública, criou o Serviço de Profilaxia Específica da Febre Amarela, colocando “mata-mosquitos” nas ruas para promover a neutralização dos depósitos de larvas. Oswaldo Cruz conseguiu bons resultados contra a febre amarela na cidade do Rio de Janeiro e a doença não importunou a população durante alguns anos. Todavia, o descaso das oligarquias que governavam o país permitiu o seu regresso no final da década de 1920. Se antes Oswaldo Cruz havia combatido uma epidemia em uma cidade de 800.000 habitantes, no final da década de 1920, as ações de combate à doença teriam que encarar uma cidade remodelada, mais cosmopolita e com o dobro da população. A saúde pública lidava com novas problemáticas em uma cidade que havia se expandido.



FIGURA 61: Mata-mosquito retratado em charge - Revista Tagarela, 19 de maio de 1904. Biblioteca Nacional.



FIGURA 62: Oswaldo Cruz tinha como missão combater ratos e mosquitos, responsáveis pelas epidemias que assolavam a cidade - Revista Tagarela, 31 de março de 1904. Biblioteca Nacional.



FIGURA 63: Charge retratando as três epidemias que assolavam o Rio de Janeiro no início do século XX - Revista Tagarela, 25 de agosto de 1904. Biblioteca Nacional.



FIGURA 64: Charge sobre a vacina obrigatória - Revista da Semana, 21 de agosto de 1904, ano 5, nº 223. Biblioteca Nacional.

 Além da febre amarela, Oswaldo Cruz realizou campanhas contra outras epidemias, como a varíola e a peste bubônica. Apesar das polêmicas ocasionando diversos protestos, sendo o maior deles a resistência à vacina obrigatória contra a varíola, que culminou na Revolta da Vacina em novembro de 1904, suas campanhas trouxeram resultados positivos, consagrando-o como o grande nome das campanhas sanitárias da Primeira República. O Instituto Soroterápico, que em 1908 foi renomeado Instituto Oswaldo Cruz, hoje Fundação Oswaldo Cruz, conquistou e segue conquistando diversos méritos dentro e fora do país, evoluindo cada dia mais na formação de pesquisadores e médicos sanitaristas. E a ciência segue avançando, obtendo resultados importantíssimos na descoberta e cura de diversas doenças.



FIGURA 65: Instituto Oswaldo Cruz Rio. Rio de Janeiro, RJ: Francisco Carneiro, 1922. Biblioteca Nacional.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

AMARAL, Isabel, DIOGO, Maria Paula, BENCHIMOL, Jaime Larry, SÁ, Magali Romero. Contribuições para a História da Medicina Tropical nos séculos XIX e XX: um olhar retrospectivo. Anais do IHMT, 2013

AZEVEDO, André Nunes de. A Reforma Pereira Passos: uma tentativa de integração urbana. Revista Rio de Janeiro, 2003

BENCHIMOL, Jaime Lerry. A Instituição da microbiologia e a história da saúde pública no Brasil. Rio de Janeiro. Ciência e Saúde Coletiva, 5 (2): 265-292, 2000

BENCHIMOL, Jaime Lerry. Dos micróbios aos mosquitos. Febre amarela e a Revolução pasteuriana no Brasil. Rio de Janeiro. Editora FIOCRUZ / Editora UFRJ, 1999

CHALHOUB, Sidney. Cidade Febril: cortiços e epidemias na Corte Imperial. São Paulo, Companhia das Letras, 1996

COELHO, Edmundo Campos. As Profissões Imperiais. Medicina, Engenharia e Advocacia no Rio de Janeiro. 1822-1930. Rio de Janeiro; Record, 1999

FRITSCH, Lilian de Amorim. Palavras ao vento: a urbanização do Rio Imperial. In: Revista do Rio de Janeiro, Niterói,Vol.1,nº3,agosto, 1986

MARINHO, Pedro Eduardo Mesquita de Monteiro. De politécnicos a engenheiros: a engenharia entre a sociedade civil e a sociedade política no Brasil oitocentista. In: ALMEIDA, Marta & VERGARA, Moema de Rezende (org). Ciência, história e historiografia. São Paulo: Via lettera; Rio de Janeiro: MAST, 2008

PEREIRA, Sônia Gomes. A reforma urbana de Pereira Passos e a construção da identidade carioca, Tese de doutorado em comunicação e cultura UFRJ. Rio de Janeiro, 1996.

 

Para saber mais:

BENCHIMOL, Jaime Lerry. Pereira Passos: Um Haussmann tropical: a renovação urbana da cidade do Rio de Janeiro no início do século XX. Rio de Janeiro. Departamento Geral de Documentação e Informação Cultural; Biblioteca Carioca, 1990. Disponível em: http://www.rio.rj.gov.br/dlstatic/10112/4204210/4101387/pereira_passos_haussmann_carioca.pdf

BRITTO, Nara. Oswaldo Cruz: a construção de um mito na ciência brasileira. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2015. Disponível em: https://books.scielo.org/id/t7

COELHO, Edmundo Campos. As Profissões Imperiais. Medicina, Engenharia e Advocacia no Rio de Janeiro. 1822-1930. Rio de Janeiro; Record, 1999.

FRANCO, Odair. A história da febre amarela no Brasil. Rio de Janeiro, GB. Brasil. 1969. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/0110historia_febre.pdf

LOWY, Ilana. Vírus, mosquito e modernidade: a febre amarela no Brasil entre ciência e política. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2006. Disponível em: https://books.scielo.org/id/7h7yn

 

Referências iconográficas:

Avenida Central, trecho do Clube de Engenharia. Fotografias ruas, prédios e monumentos da cidade do Rio de Janeiro, RJ, 1906. Fundo Fotografias Avulsas. BR_RJANRIO_O2_0_FOT_0520_m0007de0035. Arquivo Nacional. Disponível em: https://sian.an.gov.br/sianex/consulta/Pesquisa_Livre_Painel_Resultado.asp?v_CodReferencia_id=100142&v_aba=1

INSTITUTO Oswaldo Cruz Rio. Rio de Janeiro, RJ: Francisco Carneiro, 1922. 1 repr. fotog., il., color., 8,8 x 6,3cm. Biblioteca Nacional. Disponível em: http://acervo.bndigital.bn.br/sophia/index.asp?codigo_sophia=30929

 

FONTES PRIMÁRIAS:

Revistas:

Revista Kosmos, setembro de 1904, ano 1, nº 9. Disponível em: http://memoria.bn.br/pdf/146420/per146420_1904_00009.pdf

Revista Kosmos, novembro de 1905, ano 2, nº 11. Disponível em: http://memoria.bn.br/pdf/146420/per146420_1905_00011.pdf

Revista Kosmos, fevereiro de 1905, ano 2, n° 2. Disponível em: http://memoria.bn.br/pdf/146420/per146420_1905_00002.pdf

Revista Tagarela, 30 de abril de 1903, ano 2, nº 62. Disponível em: http://memoria.bn.br/pdf/709689/per709689_1903_00062.pdf

Revista Tagarela, 10 de março de 1904, ano 3, nº 107. Disponível em: http://memoria.bn.br/pdf/709689/per709689_1904_00107.pdf

Revista Tagarela, 31 de março de 1904, ano 3, nº 110. Disponível em: http://memoria.bn.br/pdf/709689/per709689_1904_00110.pdf

Revista Tagarela, 19 de maio de 1904, ano 3, nº 117. Disponível em: http://memoria.bn.br/pdf/709689/per709689_1904_00117.pdf

Revista Tagarela, 25 de agosto de 1904, ano 3, n° 131. Disponível em: http://memoria.bn.br/pdf/709689/per709689_1904_00131.pdf

Revista da Semana, 21 de agosto de 1904, ano 5, nº 223. Disponível em: http://memoria.bn.br/pdf/025909/per025909_1904_00223.pdf

 

Jornais:

Diário da Manhã, Palestrando, 24/04/1911. Disponível em: http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=572748&pagfis=4273

Gazeta de Notícias, Assuntos do dia, 25/01/1876. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=103730_01&pasta=ano%20187&pesq=&pagfis=730

Gazeta de Notícias, Assuntos do Dia, 10/03/1876. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=103730_01&pasta=ano%20187&pesq=&pagfis=906

Gazeta de Notícias, A cidade, 03/01/1904. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=103730_04&pasta=ano%20190&pesq=&pagfis=6909

 

Relatórios:

1º Relatório da Comissão de Melhoramentos da cidade do Rio de Janeiro, 1875

http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_obrasraras/bndigital1122/bndigital1122.pdf

2º Relatório da Comissão de Melhoramentos da cidade do Rio de Janeiro, 1876

http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_obrasraras/bndigital1123/bndigital1123.pdf

 

Fotografia:

Avenida Central, trecho do Clube de Engenharia. Fotografias ruas, prédios e monumentos da cidade do Rio de Janeiro, RJ, 1906.

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